domingo, 23 de maio de 2010

pobreza de espírito.

Lágrimas de choro de um coração desfeito,
Sofrimento a toda a hora neste mundo imperfeito.
A ignorância da fantasia é levada a peito,
Não sonhar faz mal, e isso é um defeito.
Para quê estarmos cá se não fazemos nada?
Vagueamos, fazemos tudo pela calada,
E, de 2 em 2 segundos mais uma pobre alma é enganada.
Em contrapartida, sente-se o calor pela alvorada.
Há pessoas que não sabem mesmo o que fazer,
Cometem crimes, criam polémicas, para capas de jornais encher,
Já sabes, programas de televisão é onde vão aparecer!,
Mas de cara tapada, com uma máscara, escondem a identidade,
Têm medo da rejeição da sociedade!
No tribunal?... declaram insanidade.
Nos hospitais psiquiátricos ou prisões ainda são tratados bem,
São a escumalha da sociedade que não se dá com ninguém!

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